quarta-feira, novembro 01, 2006

AHA!

Ora aqui está ela, uma aplet divinamente apresentada.

A binomial a normal e a Poisson.. Nada melhor que uma boa imagem!

A binomial é simetrica para p=0.5 ;
A Poisson aproxima-se da binomial quando n->0;

e tal .. e tal.. brinquem vcs também. É divertido! ;)

http://www.rfbarrow.btinternet.co.uk/htmasa2/Binomial1.htm
Ia dizer mal dos MOSFETs mas já perdi a coragem, provalvemente por ter chegado à conclusão que muita da falta de compreensão é falta de abertura de espirito... muito mais do que é dificuldade real. Estou cansada... Estou cansada de tentar aplicar formulas que nao compreendo.

Tirei a noite para meditar o funcionamento dos MOSFETS... Mas e entao? As coisas não são lineares. Literalmente. Quanto se espeta com aquilo em matlab, aqueles efeitos de corpo e mais não sei que.. morrem todos. Ou estou a fazer tudo mal... Não sei.. eek.. vou-me divertindo. Fuck it.



Fig 1- sem aproximação



Fig 2- com aproximação



% VDS /ID
close all;
clear all;

vt=1.12;
k=3.62e-4;
VGS = 2.778;
VDD =12;


%t= 0: 1e-3: 2*pi;
%vgs = 0.5*sin(t);
%vGS = VGS + vgs;


VDS = 0 : 1e-2:VDD;
id= VDS;


%triodo
vds_triodo = VDS(find(VDS < VGS-vt));
id(find(VDS < VGS-vt))= k * ((VGS - vt).*vds_triodo);
id_sem_aprox = k *((VGS - vt).*vds_triodo - 0.5*vds_triodo.^2);


%saturacao
vds_saturacao = VDS(find(VDS > VGS-vt));
id(find(VDS >VGS-vt)) = k*(VGS-vt).^2 ;
id_sat_sem_aprox = k*((VGS-vt).^2 - 0.5*(VGS-vt).^2);

figure(1);
title('com aproximacao')
plot(VDS,id,'o');
xlabel('VDS');
ylabel('id');
axis([min(VDS) max(VDS) 0 1.2e-3]);
grid on;

figure(2);
plot(vds_triodo,id_sem_aprox,'o', vds_saturacao, id_sat_sem_aprox,'o');
xlabel('VDS');
ylabel('id');
axis([min(VDS) max(VDS) 0 0.6e-3]);
grid on;

sábado, outubro 28, 2006

“como um organismo vivo” é o titulo do artigo do expresso sobre o novo livro de António Lobo Antunes Ontem não te vi em Babilónia .

Frase a frase, paragrafo a paragrafo lá vai confirmando que afinal não é assim tão estranho ter largado o que farei quando tudo arde? na página 42, Talvez porque ler Lobo Antunes, é um pouco como lançar-se numa viagem dentro de um barco numa tal noite tempestuosa podendo ver-se apenas por um buraco de fechadura lá para fora. Vai-se olhando para a costa, mas nunca se percebe realmente o que se passou. Apanham-se as imagens ás postas. Ora se estava á direita, ora se está à esquerda, ora se apanham uns segundos de lucidez, de continuidade... sempre “sol de pouca dura”.

Lembro-me de estar a ler e a pensar se o senhor teria comido uma daquelas pastilhinhas brancas que circulam por ai, ou se leu o “como tornar-se doente mental” e nisto optou por um personagem esquizofrénico que publica livros.

Ninguém pode dizer que o senhor “escreve mal” se a escrita se avaliar pela forma como soa. Aquela enxurrada de palavras mal amanhadas acaba por ter o seu quê de melodia. Se olhar para a escrita do lobo Antunes como musica consigo ler e gostar de ler Lobo Antunes. Mas a palavra escrita, narrada, distingue-se da musica porque tem um propósito (por mais ténue que seja), bom.. talvez até a musica instrumental tenha mais propósito que Lobo Antunes...

Tenho a minha fé posta em que com o tempo... Lobo Antunes será uma espécie de cadeira do século XVIII [uma coisa barroca, cheia de floreados] será um artefacto para fazer as delicias de uma elite à procura de “esquisitices”.

É pena já não haver Almada Negreiros para escrever outro Dantas sobre Lobo Antunes...

Escapa à minha capacidade para a razão um motivo de glória para Lobo Antunes.

Lobo Antunes... Pavão Antunes...

23,30 euros, 480 págs... pela D. Quixote

Arre. Haja coragem.

sexta-feira, outubro 27, 2006

Simulaçao de circuitos em linux

Podem esperar gráficos pavorosos e ter de aprender um bocadinho pequenino de spice... mas.. o software é livre, está disponivel para linux e o controlo... sempre é maior que no Orcad...

Depois e sobretudo no que me respeita... em casa não há problemas de privilegios de acesso aos ficheiros.... E se me apetecer mudar o PATH das bibliotecas? se tiver uma minha? Nao posso? tenho de levar o portatil? eek...

hail free software!!


What is gEDA?

The gEDA project is working on producing a full GPL'd suite of Electronic Design Automation tools. These tools are used for electrical circuit design, schematic capture, simulation, prototyping, and production. Currently, the gEDA project offers a mature suite of free software applications for electronics design, including schematic capture, attribute management, bill of materials (BOM) generation, netlisting into over 20 netlist formats, analog and digital simulation, and printed circuit board (PCB) layout.

http://www.geda.seul.org/
http://www.gedasymbols.org/

sexta-feira, outubro 20, 2006

delirio visual



adoro encontrar estas perolas.

Michael Nyman

O Sr Nyman, autor da banda sonora do filme "o piano" entre outras inebriantes melodias vem ao CCB dia 16 de Novembro!!!


Imperdível!

"o ultimo a comprar bilhetes é um ovo podre!"

quarta-feira, outubro 11, 2006

Watchtower

Dave Mathews band


There must be some way out of here,
Said the joker to the theif.
Theres too much confusion
I cant get nooooooo relief
Business men they,
Drink my wine.
There plowmen dig my earth.
None of them along the line
Know what any of its worth.
No reason to get excited,
The theif he kindly spoke.
There are many among us,
Who feel that life is but a joke (ha ha- ha ha)
But you and I weve been through all that,(yes we have)
And this is not our fate.
So let us not talk falsly *now*,
The hour is getting neaaarrr
And all along the watchtower,
Princes kept the view.
While all the women all the women all the women came and went
Barefoot servatnts too.
Out side in the cold distance,
A wild cat did growl la la la la la
Two riders two riders approaching,
The wind began to howwwwwllll
The theif he take
My money take
The theif he take
My money take
Am I insane
Auf wiedersehen
Am I insane
The theif is safe
No reason to get excited! (yeah!....)

terça-feira, outubro 10, 2006

some more

The difference between an introvert and extrovert mathematicians is: An introvert mathematician looks at his shoes while talking to you. An extrovert mathematician looks at your shoes.

Math Jokes

Cansaço. Hoje. Breve.

segunda-feira, outubro 09, 2006

Deep pression

ohh well.. Shit does happen in this life... But then again, you can't surrender to these situations every time and ultimately if you try hard enough a day after the other... Somehow, they become obsolete.


Best way for this H. person to get her mind out of it:
run a google search on "mathematical" + "humor"!

I'll post some more, (some other day ), so that this post does not loose it's purpose of small reference, and becomes to long for the rushing reader to follow.



Plus these... Some Mathematical Proofs

The following is a list of some common proof techniques that are often extremely useful.

1. Proof by example:
The author gives only the case n = 2 and suggests that it contains most of the ideas of the general proof.

2. Proof by intimidation:
'Trivial.'

3. Proof by vigorous handwaving:
Works well in a classroom or seminar setting.

4. Proof by cumbersome notation:
Best done with access to at least four alphabets and special symbols.

5. Proof by exhaustion:
An issue or two of a journal devoted to your proof is useful.

6. Proof by omission:
'The reader may easily supply the details.'
'The other 253 cases are analogous.'
'...'

7. Proof by obfuscation:
A long plotless sequence of true and/or meaningless syntactically related statements.

8. Proof by wishful citation:
The author cites the negation, converse, or generalization of a theorem from literature to support his claims.

9. Proof by funding:
How could three different government agencies be wrong?

10. Proof by eminent authority:
'I saw Karp in the elevator and he said it was probably NP-complete.'

11. Proof by personal communication:
'Eight-dimensional colored cycle stripping is NP-complete [Karp, personal communication].'

12. Proof by reduction to the wrong problem:
' To see that infinite-dimensional colored cycle stripping is decidable, we reduce it to the halting problem.'

13. Proof by reference to inaccessible literature:
The author cites a simple corollary of a theorem to be found in a privately circulated memoir of the Slovenian Philological Society, 1883.

14. Proof by importance:
A large body of useful consequences all follow from the proposition in question.

15. Proof by accumulated evidence:
Long and diligent search has not revealed a counterexample.

16. Proof by cosmology:
The negation of the proposition is unimaginable or meaningless.
Popular for proofs of the existence of God.

17. Proof by mutual reference:
In reference A, Theorem 5 is said to follow from Theorem 3 in reference B, which is shown from Corollary 6.2 in reference C, which is an easy consequence of Theorem 5 in reference A.

18. Proof by metaproof:
A method is given to construct the desired proof. The correctness of the method is proved by any of these techniques.

19. Proof by picture:
A more convincing form of proof by example. Combines well with proof by omission.

20. Proof by vehement assertion:
It is useful to have some kind of authority in relation to the audience.

21. Proof by ghost reference:
Nothing even remotely resembling the cited theorem appears in the reference given.

22. Proof by forward reference:
Reference is usually to a forthcoming paper of the author, which is often not as forthcoming as at first.

23. Proof by semantic shift:
Some standard but inconvenient definitions are changed for the statement of the result.

24. Proof by appeal to intuition:
Cloud-shaped drawings frequently help here.

quinta-feira, outubro 05, 2006

Barcelona



Pois é estive em barcelona de quinta a segunda. Andei de avião pela primeira vez...

A viagem para lá foi pior, uma dor de ouvidos capaz de me levar á loucura. Depois de sobreviver a dois jantares de guardanapo de pano [Tenho uma aversão visceral a estas coisas, sobretudo porque nao sei muito bem como me comportar nessas situações.... Tentei estar o mais calada e o mais atenta possível!], fizemos as malas e zarpamos para a liberdade.

Nos primeiros dias a acrescer ao cansaso psiquico, houve também o fisico. De quinta a sabado vimos Barcelona naquela perspectiva tipica do turista. Arriscaria a dizer que conheço neste momento melhor as Ramblas que a baixa de lisboa de tanto andar ás voltas para cima e para baixo, de olhos esbugalhados e espirito estarrecido.

No sabado fiquei sozinha com a minha irmã. Ela tem um despreendimento em relação a sitios desconhecidos que nao consigo partilhar e portanto segui-a semi relutante, mas fui. Tive a sensação de viverem ali mundos paralelos adjacentes. Há uma fachada turistica e mesmo ao lado, naquelas ruas mais estreitas de perdios escuros e menos cuidados, um outro universo mais comum. Digo, humano! [com o que isso tem de bom e de mau]. Sem mencionar a quantidade de muçulmanos e indianos, que quase excede os espanhois nas ruas. Há também as coisas caracteristicas destes: deparamos com quase tudo, sex-shops aos montes, "lojas dos 300", artigos de artesanato [brazileiro, inca...]. Um tipo de variedade [com qualidade] impossivel de encontrar em lisboa.

Paramos quase em todas as esquinas para ouvir pelo menos um pouco de musica gratuita. Há tipos a tocar viola e violino em todo o lado. E nada de "ai se elas querem um abraço ou um beijinho..", ouvimos bach e vivaldi... Se os espanhois tem pimba escondem-na bem. Ainda vimos também um concerto [pago... bom. valeu o dinheiro] de guitarra espanhola na "Basilica del PI".

De resto.. nunca tinha sido tao assediada. Quase fiquei paranoica com tanto avontade para aquele tipo de comentarios descarados e olhos nos olhos.

Gostei tanto da cidade que fiquei com vontade de me mudar para lá. Há outra vida! Digo no sentido da iniciativa, que nós não temos. Nos 4 dias deparamos com 3 manifestações. Duas de trabalhadores e uma de anarcas. As tres comportavam uma multidão capaz de encher a avenida da liberdade. Duas delas traziam também tambores e toda a gente seguia em rubro, cantando e gritando... Há amor próprio em Espanha.

terça-feira, outubro 03, 2006

Hoje estou cheia de novidades mas sem tempo.

Amanha conto tudo , por agora:



push play to listen.

segunda-feira, setembro 25, 2006

.... [P(A . H)] = 0

As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, mas para satisfazer as suas próprias expectativas.

É triste, mas não se pode culpar ninguém de seguir os seus interesses e nisto quebrar expectativas induzidas voluntária ou involuntariamente, dado que essa é a única atitude correcta.

Que dor no estômago... como é que me deixei sentir tão humilhada? Para quê? Não é justo nem para o outro.

Que amanha seja um dia melhor ou ninguém vai conseguir aturar-me.

domingo, setembro 24, 2006

mms Linux

Para o caso de alguem andar à procura de um player para linux que suporte
mms . Aqui fica uma sugestão:
MPlayer

os passos:
obter o ficheiro.tar.gz

tar xzvf ficheiro.tar.gz
su
./configure --enable-gui
make
make install
#enjoy ;)

works perfect on slack 10.2.


mms://rdp.oninet.pt/antena2

O cair de convicções [Frete]

Qual não é o meu espanto quando me deparo com isto:
Redes e Servidores Linux - Segunda Edição
R$47,00 com frete grátis


A minha reacção foi o riso e com alguma prepotencia deixaei saltar aquele pensamento: "estes brasileiros passaram-se de vez!" Quem é que quer fretes? Mesmo que sejam gratis? O mais provavel é pagar-se para não os ter! No entanto afinal a ignorancia é minha:

do ant. alt. Al. freht?, serviço

s. m.,
aluguer de embarcação, carro, etc. ;
transporte fluvial ou marítimo;
carregamento de navio;
o que se paga por um transporte;
coisa transportada;
recado;
incumbência.


Ás vezes os regionalismos dão cabo de nós. Desta vez tive a sorte de ninguem dar por isso... (6)
Posto isto: fica o frete entregue. Não sejais vós enganados também. ;)

sexta-feira, setembro 22, 2006

um post nao cientifico para nao ser sempre coisas assim

Pensei que íamos conquistar o mundo juntos!

Que farias parte da minha vida para sempre. E no entanto já não somos felizes juntos apesar de nos amarmos ainda mais que no inicio. As circunstancias apartaram-nos e olho para ti agora em despedida: Vais com um sorriso e deixas-me com paz no coração. Resolve-mos as coisas como pessoas adultas e isso é motivo de conforto mas não apaga a dor da perda.

Foi melhor assim -não perdemos a amizade e o respeito que sempre nutrimos um pelo outro.

Não consigo imaginar-me com mais ninguém... Há uma espécie de oco que se instalou à força no meu peito. Quero acreditar que é de ser hoje, de ainda ter o ameno tom amoroso da tua voz no meu ouvido.

Amo-te tanto... amo-te tanto que estranhamente custa-me menos imaginar que te perderei, sabendo que é também em prol do teu bem – que serás mais feliz.

Não irei a correr dizer-te que está tudo bem enquanto não estiver, respeito-te demais para correr o risco de te magoar. Corro antes o risco de ser tarde de mais.

Disseste que era possível que não me esquecesses mas sei que não é verdade. Quando acabar a caminhada por cima destas montanhas feitas de saudade e perda, já estarás tão longe que serei um ser afortunado se puder de tempos a tempos ter o prazer da tua companhia.

Não podemos ter tudo aquilo que queremos, especialmente se queremos muito, ou se queremos muita coisa. Com aquilo que perdemos, ganha-mos experiência e maturidade.

Melhores dias virão para ambos.

quinta-feira, setembro 21, 2006

Mais tetas.. .betas, etas, deltas... 'se bem dred

Coisas interessantes que descobri hoje:

MatML Como o nome sugere é uma especie de XML para matemática. Supostamente seria suportado pelo firefox automaticamente... mas pareçe que a versão para linux ainda carece desta caracteristica.


Donald Knuth de certeza que já ouviram falar no The Art of Computer Programming ... este é o autor! Mas que personagem!! Amei!

Quater-imaginary_base De loucos!! vale pela excentricidade ;)

Para o caso de alguem estar a desesperar como eu estava à procura de uma porra de um teta no openOffice, abra o belo do MATH e selecione tools-> catalog, também há um atalho na barra de ferramentas. O simbolo deste é analogo ao indicado no menu.

%THETA urrray!!

Paz.

O que aconteçe a um engenheiro de fracas que enfia os dedos numa tomada?

domingo, setembro 10, 2006

desenvolvimento

Esta quase tudo a correr mal em todas as areas da minha vida, mas o pc corre bem. Alias agora correm os dois muito bem. Finalmente consegui instalar o Slackware no portatil. O problema: wrong image choice.

Informacao disponivel aqui: http://www.slackware.com/install/bootdisk.php

A escolha: bareacpi.i

O trabalho compensa sempre e finalmente a coisa que ja denominava de mula * mais outros insultos hiperbolicos) mostrou o seu verdadeiro potencial. Ainda vai necessitar de alguns ajustes mas tenho confianca que vai funcionar. O objectivo e conseguir ligar os dois PCs em rede. Ja que o belo gerador de enchaquecas que a netcabo agora fornece como modem para o 4 megas nao se da bem com a placa de rede do portatil e nao me apetece dar 100 euros por uma versao genuina do windows (para instalar no desktop) nem instalar uma pirata. Sou uma tipa algo carrancuda e teimosa. Ha coisas em que tenho ideias fixas e o meu PC... bom... trato o(s) meu(s) pcs como algumas pessoas tratam o guarda roupa. Tem de ser ao meu estilo e estar mais ou menos "na moda", de preferencia a usar mais o cerebro que a carteira.


Escusado sera dizer que cada vez gosto mais do linux e detesto o windows. Sem ter nada a ver com o facto de a microsoft ser um monopolio dado que, convenhamos, essa politica advem do facto de ser uma empresa e como tal ter o dever de defender os seus interesses no mercado. antes unicamente porque me parece que o windows e um sistema operativo consebido para pessoas que nao fazem a minima ideia do que e um computador. Daqueles tipos que nunca abriram a caixa do desktop, que nao sabem para que serve a motherboard, que se horrificam de imaginar que algum dia teriam de formatar o disco sozinhos como se isso fosse uma verdadeira batalha david && golias. Pessoas que nao querem um computador, mas antes um centro multimedia. Alias creio que a propria microsoft compreende isto, nao sera ao acaso que criaram o windows media center. O proprio windows vista que me deixou a babar pelas inumeras caracteristicas aliciantes como o controlo por voz e o ambiente grafico verdadeiramente 3D (nao o 2D com efeitos 3D, mas a real perspectiva de profundidade> janelas que ficam mais pequenas quando estao atras de outras... etc.) Tambem vem orientado para o utilizador de sofa. Nao sei o que aconteceu as ajudas tecnicas mas suponho que nao tenham passado muito do "lamentamos mas para o seu nivel de burrice nao o podemos ajudar a resolver o problema, consulte um tecnico". Furthermore, o custo em recursos nao compensa nunca para alguem com um orcamento limitado que quer o computador para computar.


do Lat. computare

v. tr.,
fazer o cômputo de;
calcular através de computador;
contar;
orçar.


Falando em desktops engracados um amigo mostrou-me algo que me deixou de agua na boca:


Mais uma vez a funcionalide parece deixar a desejar, mas e bom de se ver e a escolha nao e assim tao diminuta. Se sente curiosidade a este respeito, faca uma pesquisa no google por "Desktop 3D".

Eu vou continuar a odisseia Slack.- Com muito gosto!

Ate mais.

sábado, setembro 09, 2006

Tenho de partilhar esta convosco

There are 10 types of people, those who can read binary and those who can't.

sexta-feira, setembro 08, 2006

Bom afinal a versao que tinha do Slackware era velhinha... sabia disso mas tinha uma problema..

Nao conseguia gravar CDs em linux, a minha particao do win estava mais virolenta que determinadas zonas da Asia onde possam existir colonias de coisas com penas, e precisava de arranjar maneira de fazer download em linux para gravar em windows... Solucao:

* criar uma particao FAT para servir de bridge entre os dois SO.
* reinstalar o windows, desligar qualquer ligacao possivel a net neste OS
* fazer download e gravar pelo win

hihihi (6) a trabalheira inicial resultou num estrondo. Caso ainda nao tenham visto screenshots do KDE procurem!! Pessoalmente prefiro mil vezes o KDE ao windows. Furthermore instalando o slackware 10.2 consegui fazer render um PC neanthertal (450Mz 196RAM placa grafica de 128M ) e transforma-lo numa boa mula de carga para as tarefas basicas do dia a dia. (o que acontecera quando troucer para casa um belo Dual Core?)

Estou seriamente a (des)considerar adquirir o vista, uma vez que uso o PC essencialmente para trabalhar e o linux e muito mais livre em termos de configuracao.

Furthermore, isto ha de conseguir abater pelo menos (a sonhar muito alto(baixo!baixo!)) 100 euros no orcamento que podem ser investidos numa melhor Motherboard por exemplo.

Posto isto so falta render-me ao C e estarei no bom caminho para abolir o meu desprezo pelo "baixo nivel".

sexta-feira, setembro 01, 2006

AHAAAA!!

Tenho que dizer isto a alguem!! Nao me interessa se falo sozinha!!

O Gaim, o Amsn, o openoffice e a camera funcionam!!! eeeeehhhh!! duas noites sem dormir e um crash depois o extase!

Acho que e por isto que as pessoas instalam o slackware. Quem e que quer uma daquelas distribuicoes de pincel? para nao se ter poder algum ja basta o windows. e claro que isso tem um custo em termos de conhecimento tecnico e outros afins, mas por esta sensacao que estou a ter agora... ahhh passava mais 4 noites sem dormir!! Sera desta que digo adeus a dar dinheiro a microsoft? lol


Nao fosse o vista parecer tao interessante... arf... ja leram as caracteristicas? tem controlo por voz!! Bom o linux... TB . tenho que pensar nisto... de qualquer forma nao vou fazer o upgrade ao PC antes de sair o VISTA... just in case...

desta vez nao quero arrependimentos!

ArGH HP agora? so impressoras!!