sábado, janeiro 20, 2007

...

Devem lembrar-se desta musica de um determinado anuncio televisivo em que a senhora rodopiava pela casa com a sua esfregona.. Mas detorparam a letra. Enfim. Aqui fica. Um excerto da opera "Carmen". Delicioso. Derradeiro.

Paciencia. Tristezas nao pagam dividas.

L'amour est un oiseau rebelle
Que nul ne peut apprivoiser,
Et c'est bien en vain qu'on l'appelle
S'il lui convient de refuser.
Rien n'y fait menace ou prière,
L'un parle bien, l'autre se tait,
Et c'est l'autre que je préfère,
Il n'a rien dit mais il me plaît.
Refrain:
|: L'amour, l'amour, :|
L'amour est enfant de Bohème,
Il n'a jamais jamais connu de loi,
Si tu ne m'aimes pas je t'aime,
Si je t'aime prends garde à toi.
2. L'amour que tu croyais surprendre
Battit de l'aile et s'envola,
L'amour est loin, tu peux l'attendre,
Tu ne l'attends plus, il est là.
Tout autour de toi, vite, vite,
Il vient, s'en va, puis il revient,
Tu crois le tenir, il t'évite,
Tu crois l'éviter, il te tient.

sexta-feira, janeiro 19, 2007

Estou farta de estar na faculdade, de gastar o dinheiros dos meus pais. Queria fazer alguma coisa. Bom, alguma coisa minimamente inteligente. Não é para agora jogar o esforço fora e largar a faculdade.

Não haverá por ai alguém no ciber espaço à procura de quem saiba
Java / javascript/xml /html/css. Alguém à procura de alguém que code por prazer. Que não se importe de ficar até ás 2 da manhã a trabalhar?

Tive 18 à cadeira de Programação II [ POO – java] 17 no exame e 19 no trabalho final.

Estou tentada a fazer o exame da SUN e mexer os catramelos. É capaz de ser mais eficiente que postar num blog que ninguém lê.... Naquela do “diz que sim”.

terça-feira, janeiro 16, 2007

Não me vou queixar. Até disso estou farta. Acabei finalmente com a minha "não relaçao" e acabo de saber que a minha avó paterna morreu. Não estou nos meus dias.


Oiço a Antena 2... [Escape mil e qualquer coisa. Melodia sem sentido. ]



Houve tempos em que detestei esta musica. Hoje encaixa.

Fácil de Entender
The gift

Talvez por não saber falar de cor, Imaginei
Talvez por saber o que não será melhor, Aproximei
Meu corpo é o teu corpo o desejo entregue a nós
Sei lá eu o eu queres dizer, Despedir-me de ti
Adeus um dia voltarei a ser feliz

Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor,
não sei, o que é sentir, se por falar falei
Pensei que se falasse era fácil de entender

Talvez por não saber falar de cor, Imaginei
Triste é o virar de costas, o último adeus
Sabe Deus o que quero dizer

Obrigado por saberes cuidar de mim,
Tratar de mim, olhar para mim, escutar quem sou,
e se ao menos tudo fosse igual a ti

[2x]
Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor,
não sei o que é sentir, se por falar falei
Pensei que se falasse era fácil de entender

É o amor, que chega ao fim, um final assim,
assim é mais fácil de entender

[2x]
Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor,
não sei o que é sentir, se por falar falei
Pensei que se falasse era fácil de entender

sábado, janeiro 06, 2007

Há dias assim, olho para a lombada do “servidão humana” e sinto um arrepio na espinha -Lembro-me de Philip e é como se me olhasse ao espelho.

Um ser encarapinhado e confuso, envergonhado de determinada deficiência física. Curioso mas intrinsecamente inapto, banal!

Algures há um momento no livro onde se raciona que os pobres não podem sofrer de amor. O amor é um passatempo de quem não é obrigado a preocupar-se primeiro com a sobrevivência.

Caem-me lágrimas desajeitadas e pueris. Não há como evitar o inevitável.

Sou absolutamente substituível, absolutamente descartável – irrelevante! Tanto dá como deu o que der.

Não incito felicidade, sou o tédio.

.......................................

Devia parar de perder tempo com estas trivialidades de “meia tigela” - a falar bem.

Devia não. Devo. Vou. Vou escrever que vou de vez em quando. Pensar todos os dias. Fazer todos os dias.

Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.

O povo sabe sempre. Há de vir o dia.

terça-feira, janeiro 02, 2007

2007

Olá 2007!!

Aqui sentada no meu computador neanthertal ninguém diria com este sorriso estonteante a altas horas da noite que passei uma semana no in(f)Verno algarvio! Tenho a cabeça a andar à roda. Quando abri a caixa do e-mail tinha perto de 500 e-mails espalhados pelas 4 contas mais ou menos com propósitos ou contextos temporais distintos.

Com as “milhentas” newsleters de variados jornais e revistas de diferentes orientações temáticas e ideológicas vi a ultima semana passar-me (literalmente) debaixo dos olhos em segundos.

Achei especial piada ao facto de o banner da manchete que abarcava tantos agoiros jornalísticos acerca do endividamento das famílias ser precisamente um incentivo ao credito!

Quer uma televisão nova? Um carro novo? Uma casa? Anda a comer menos pastilhas? Precisa de umas cuecas novas? Nós temos a resposta! Você merece mudar de ceroulas! Ohh amigo não se iniba, nós não queremos saber se você habita uma barraca e quer instalar a parabólica! Isto aqui é o real facilitismo. Para que você pague 20 % de juros até convencemos um gajo arrojado a posar vestido de coelhinha com maquilhagem a condizer.

Enfim...

Desejos para 2007:

Um conjunto de fato e gravata para Portugal. (não faz mal ainda não termos as cuecas, se todos pensarem que estamos integralmente vestidos a avó de alguém há de nos oferecer pelo menos 2 pares no próximo natal! )
Um chapéu e nariz de palhaço para o papa! Cremos nós que aquelas ideias ... que cito “o aborto, a eutanásia e as pesquisas sobre embriões são atentados à paz ” só podem ser para uma piada!! Diga-se, superada apenas pela existência de armas de destruição maciça no Iraque (será que ele andou a tramar isto com o Buch? )
Mais 5 pontos de QI para a população portuguesa. ( Será que depois disto se eu contar até 3 deixam de cantar a musica da floribela? )
(Des) complicação! Que em 2008 eu reze ao meu altar do Lewis Carrol enquanto o vizinho do lado dá graças a Alá ou Jeová, Xiva, Brama, Cali...
Menos mesquinhice! Quero lá saber se o Pinto da Costa vai ás P*, o homem levou o Porto à gloria e o nome de Portugal ao mundo. A carolina que se dedique ás postas de bacalhau. (parece que as atira muito bem!..) Sejam felizes! Em paz... em paz...

Vida longa e próspera ao GOOGLE e à SUN, pelo facto de terem providenciado a pés descalços como é o caso da minha pessoa, acesso a conteúdos educacionais inteiramente grátis e de elevada qualidade.

Circula por ai um pessimismo arrasador. As pessoas bufam na rua! Galgam os corredores das estações entre arrelias e encontrões e eu também! Nunca me tinha apercebido quanto disso tem a ver com o facto de se fazer tanta publicidade à má disposição. Para onde quer que olhe, sou bombardiada por cartazes, banners, trocos de texto, imagem e som que me dizem que não sou tão feliz como podia ser. Que sou menos que alguém. Que estou errada. Que sou feia. Que tenho pelos a mais, roupa a menos, que estou presa neste pais de eternos incipientes.

Filhos da Pérsia! Não quero! Afinal a liberdade não acaba nos direitos dos outros. O que me estão a tentar vender é que:
a liberdade acaba nos olhos dos outros pois gritem a vossa superioridade absoluta em coisa que nada importa... então?

Não quero as cuecas. Não quero! Larguem-me! Não quero ser católica. Nem quero ser muçulmana. Não quero Deus para nada! Larguem-me! Agora estou de olhos postos nisto, não quero o vosso aquilo. Quando quiser procuro.




Esqueci-me de fazer pé coxinho no ano novo. Entrei em 2007 com os dois pés bem assentes na terra de copo de vinho do porto na mão a brindar numa sala pequena abraçada pelo calor da lareira e o ruído da televisão, mas consegui arrancar alegria há minha mãe, por isto valeu a pena. Foi melhor que passas num jantar de gala. Não tentando sustentar que não seria maravilhoso, mas unicamente porque parece que quanto mais velha fico mais acredito que o que conta realmente para a felicidade, não são as coisas que temos! É antes o que fazemos com elas e como sabemos partilha-las com as pessoas que são importantes para nós.

segunda-feira, dezembro 18, 2006

pieces of every thing

ANI DIFRANCO

"You Each Time"

There you were day after day
Six feet
Twenty feet
Two feet away
Right in my pocket singin me a song
Makin my heart race all day long

And we talked it out and we talked it down
But your eyes were not listening
And my ears were looking around
For another song to sing
But it was you each time
It was you

The answer to each moment must be yes
And the question... can you live with that?
Becomes the test
So you weigh it against that aching in your chest
And that secretly relentless emptiness

And you talk it out and you talk it down
But your eyes are not listening
And my ears are running around
Looking for another song to sing
But it is you each time
It is you

So my heart finally broke
It was so long bent
And it broke in three places
When it finally went
It wanted only to say what it meant
So it suffered every punishment

Now it lives in a shack outside of town
And only the wolves are out there listening
And in her dreams they chase her down
Their moonlit eyes are glistening
And it is you each time
It is you




|----------------------------|>
|--------almost-----------|> > ALL AT MOST
|----------------------------|>


quinta-feira, dezembro 14, 2006

Anger


Kübler-Ross grief cycle

Diabos, ando absolutamente insuportável. Já tinha passado por muitos estados estranhos, mas este é inteiramente novo. Diria mesmo que é perigoso estar próximo de mim. O transeunte incauto pode ser surpreendido por um olhar fulminante, ou caso tenha a ousadia de me interpolar por algum motivo ser atacado por uma tal rudeza capaz de fazer acanhar o mais burgesso dos déspotas.

ARRE! Nem o Dantas está neste momento à altura do meu estado de espírito. É uma zanga estúpida, sem direcção. Sei de onde vem e não há nada para culpar, não há ninguém para culpar, e não há ninguém, nem nada capaz de solucionar este problema. O Rilke lá sabia que :
“logo nas coisas mais profundas estamos absolutamente sós. ”
Ás vezes aceitar que algumas coisas não são inteiramente certas e outras sao terrificamente fatais é... insuportável.

Vai acontecer, brevemente. Prazos? Ninguém sabe! É daqui a um mês? É amanha? É daqui a um ano? Ninguém sabe!

Estou corta aos pedaços. Deixei as raízes no Algarve, tenho o tronco em Lisboa e os galhos no Porto. Não sei onde aterrar, estou em queda livre.

Teste de electrónica para a semana... deve ser isso... Descobri hoje o que é um circuito RC.... e que até há uma tal notaçao matemática... os fasores. :S

não sei muito bem o que é a impedância... tenho vergonha! ARRE tenho vergonha de não saber estas coisas! Isto é o básico! Devia conseguir concentrar-me... Z qualquer coisa... relaçao de Euler...

Antes laplace... afinal o laplace era muito fácil. Os diagramas de bode a partir da equação diferencial são brincadeiras que qualquer puto do nono ano consegue fazer com meia dúzia de noções e uma calculadora gráfica.

É tudo tão fácil depois de apreender/compreender.

RAIOS porque é que o dia não tem 42 horas? Porque é que as pessoas não são eternas?



Porque as pessoas não são eternas?

segunda-feira, dezembro 11, 2006

...


Não tenho capacidade. Não sei. Estou... parada. É a iminência da desgraça sem prazos, que me leva nesta enxurrada de inercia. Não tenho onde parar. Não paro em nada e não estou em lugar algum.

Faço e refaço os mesmos cálculos para a transformada de Laplace de um tal sistema e nada me faz sentido. Maldita analise complexa! Desculpas. Não consigo pensar.

Não consigo dormir. Fecho os olhos e não vou para o sono, vou para o inferno. Um qualquer estado de semi consciência.

Vai ser uma semana dos diabos. Queria ir para o algarve no máximo na terça da próxima semana. O tempo escasseia. Maldito tempo escasseia. É nestas alturas que detestamos as responsabilidades, as expectativas. São prisões disfarçadas de catapultas.

Tenho de conseguir abstrair-me. Vou pousar os cornos no Haykin. Provavelmente não serve de muito, mas já dá estalos ao super ego.

A ver se se cala! O FDP.

quinta-feira, dezembro 07, 2006

reticencia

Não sei por onde começar a escrever. Apesar de racionalmente quase tudo neste mundo ser obrigatoriamente um processo com inicio meio e fim, pelo menos a um nível macroscópico... Sendo apenas ai que residem as nossas emoções, nas coisas sensíveis; com a excepção talvez da comunicação visual, ou da fala.. feita á custa de sinais de luz e som.

Não encontro uma linha de raciocino que elucide o que sinto agora.

Fiquei em pânico. O meu pai está no hospital. Sei porque ele está lá, os motivos recentes e os motivos antigos que justificam que lá esteja. Sabia que este dia ia chegar e sempre pensei coisas diferentes sobre como este dia iria ser. Mas hoje, agora... estas coisas pressentem-se.... Quase sempre se sabe quando principia o inicio do fim.

Nunca consegui lidar com isto. É o paradoxo do ser que ele foi em relação ao ser que eu fui, do que ele se tornou e do que eu sou agora. É uma certa sensação de dividas saldadas que me joga contra os factos como se estivesse a ser esmagada por uma pedra de toneladas.

São planos irrecuperáveis, oportunidades perdidas, tempo jogado ao lixo de um lado e de outro- Inconsciência, inconstância (in)vivência.

É saber que estas coisas não importam racionalmente. Muito pouco do que sentimos pelos outros faz alguma diferença.

Desde que nascemos sabemos que as pessoas não sao eternas. Sabemo-lo porque o primeiro pensamento que tem uma criança que sabe que todas as pessoas vivas tem pais, é faltarem pelo menos os pais dos pais, dos pais da criança. Mas nao temos a noção de que isso aconteça no universo a que agora fomos apresentados. É como uma historia muito antiga, um mito -algo muito longe e de há muito tempo.

Quando finalmente acontece é bizarro! Vive-se na negação tempos e tempos. Ainda não consegui aceitar que a minha avó morreu... na pascoa... Ás vezes é como se ao pensa-la ainda pudesse senti-la. Como se ela estivesse ainda aqui - como se de uma forma estranha pudesse comunicar com ela. Não nos modos usuais de palavras mas numa linguagem especifica de emoções que racionalmente, sei serem apenas reconstruções de memorias.

Tenho um nó no estômago. O barulho da ventoinha do portátil está a dar comigo em louca. É este silencio físico: parece amplificar o pessimismo.

Vou ligar a televisão. Sei que tenho de pensar isto, mas ao menos que seja na companhia de outras vozes. A sic noticias é boa para momentos criticos. Raramente há gargalhadas. É o único som que não poderia ouvir agora. Ás vezes um universo, quase desprovido de emoções é o lugar mais afável para se estar.

quarta-feira, novembro 22, 2006

Índios -Legião Urbana

Quem me dera, ao menos uma vez,
Ter de volta todo o ouro que entreguei a quem
conseguiu me convencer
Que era prova de amizade
Se alguém levasse embora até o que eu não tinha.

Quem me dera, ao menos uma vez,
Esquecer que acreditei que era por brincadeira
Que se cortava sempre um pano-de-chão
De linho nobre e pura seda.

Quem me dera, ao menos uma vez,
Explicar o que ninguém consegue entender:
Que o que aconteceu ainda está por vir
E o futuro não é mais como era antigamente.

Quem me dera, ao menos uma vez,
Provar que quem tem mais do que precisa ter
Quase sempre se convence que não tem o bastante
E fala demais por não ter nada a dizer

Quem me dera, ao menos uma vez,
Que o mais simples fosse visto como o mais importante
Mas nos deram espelhos
E vimos um mundo doente.

Quem me dera, ao menos uma vez,
Entender como um só Deus ao mesmo tempo é três
E esse mesmo Deus foi morto por vocês -
É só maldade então, deixar um Deus tão triste.

Eu quis o perigo e até sangrei sozinho.
Entenda - assim pude trazer você de volta prá mim,
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do início ao fim
E é só você que tem a cura para o meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi.

Quem me dera, ao menos uma vez,
Acreditar por um instante em tudo que existe
E acreditar que o mundo é perfeito
E que todas as pessoas são felizes.

Quem me dera, ao menos uma vez,
Fazer com que o mundo saiba que seu nome
Está em tudo e mesmo assim
Ninguém lhe diz ao menos obrigado.

Quem me dera, ao menos uma vez,
Como a mais bela tribo, dos mais belos índios,
Não ser atacado por ser inocente.

Eu quis o perigo e até sangrei sozinho.
Entenda - assim pude trazer você de volta prá mim,
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do início ao fim
E é só você que tem a cura para o meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi.

Nos deram espelhos e vimos um mundo doente
Tentei chorar e não consegui.


****************************************
* dizendo parte, disse quase tudo.
****************************************

syms x
someGreenH = sym('exp(-x)*sin(x)');

% x<0 , HA! GOT YA (6)

22 anos... estou velhota...

domingo, novembro 12, 2006

Feynman

who could not be in love with such vivid inteligence, such passion in words?

Mandriva 2007

Nunca pensei haver uma distribuição do linux que fosse superar o slackware, mas o Mandriva 2007 conseguiu!

O ambiente gráfico com efeitos 3D de que tanto disse coisas hediondas sem ter experienciado, é um alucinio visual e pratico. Todas aquelas coisas que fazemos com um amontoado de folhas de papel podemos fazer com as janelas. Espreitar por baixo da janela corrente, "dobra-la", envia-la para "uma outra face da secretária". Falha apenas aquele gesto fisico de num rasgo de furia: amarrotar energicamente para depois enfiar no lixo, mas mesmo isto é possivel simular agitando a janela no ecrã!

A instalação é feita num ambiente gráfico muito semelhante ao apresentado pela instalação do windows. Sem dificuldades de maior mesmo para o utilizador mais inexperiente. O login também tem opção grafica permitindo ao utilizador escolher o sistema de janelas preferido através de um simples menu.

And last but not least! A perfomance deste SO conseguiu superar ainda o Slackware no portatil.
Se tivesse de pontuar esta distribuição a nota rondaria os 4.5 estrelas. Sendo os 0.5 para as dores de cabeça que estou a ter a instalar versoes antigas de bibliotecas de C. "=#($#=($(#"($(#$(3 :S bad day.. bad day... but still worth it!

Disponivel na edição deste mês da revista "linux magazine" em dvd.
Ou através do side www.mandriva.com .

sexta-feira, novembro 03, 2006

Warp Drive

E se afinal for possivel viajar a uma velocidade superior à da luz contraindo o espaço numa das pontas e distendendo o espaço na outra usando uma bolha de "antigravidade"?

Energia negativa?

click on the picture and read all about it.


A fisica quantica é adoravel ao nível da divulgação cientifica não é? Confessem lá!...

quarta-feira, novembro 01, 2006

AHA!

Ora aqui está ela, uma aplet divinamente apresentada.

A binomial a normal e a Poisson.. Nada melhor que uma boa imagem!

A binomial é simetrica para p=0.5 ;
A Poisson aproxima-se da binomial quando n->0;

e tal .. e tal.. brinquem vcs também. É divertido! ;)

http://www.rfbarrow.btinternet.co.uk/htmasa2/Binomial1.htm
Ia dizer mal dos MOSFETs mas já perdi a coragem, provalvemente por ter chegado à conclusão que muita da falta de compreensão é falta de abertura de espirito... muito mais do que é dificuldade real. Estou cansada... Estou cansada de tentar aplicar formulas que nao compreendo.

Tirei a noite para meditar o funcionamento dos MOSFETS... Mas e entao? As coisas não são lineares. Literalmente. Quanto se espeta com aquilo em matlab, aqueles efeitos de corpo e mais não sei que.. morrem todos. Ou estou a fazer tudo mal... Não sei.. eek.. vou-me divertindo. Fuck it.



Fig 1- sem aproximação



Fig 2- com aproximação



% VDS /ID
close all;
clear all;

vt=1.12;
k=3.62e-4;
VGS = 2.778;
VDD =12;


%t= 0: 1e-3: 2*pi;
%vgs = 0.5*sin(t);
%vGS = VGS + vgs;


VDS = 0 : 1e-2:VDD;
id= VDS;


%triodo
vds_triodo = VDS(find(VDS < VGS-vt));
id(find(VDS < VGS-vt))= k * ((VGS - vt).*vds_triodo);
id_sem_aprox = k *((VGS - vt).*vds_triodo - 0.5*vds_triodo.^2);


%saturacao
vds_saturacao = VDS(find(VDS > VGS-vt));
id(find(VDS >VGS-vt)) = k*(VGS-vt).^2 ;
id_sat_sem_aprox = k*((VGS-vt).^2 - 0.5*(VGS-vt).^2);

figure(1);
title('com aproximacao')
plot(VDS,id,'o');
xlabel('VDS');
ylabel('id');
axis([min(VDS) max(VDS) 0 1.2e-3]);
grid on;

figure(2);
plot(vds_triodo,id_sem_aprox,'o', vds_saturacao, id_sat_sem_aprox,'o');
xlabel('VDS');
ylabel('id');
axis([min(VDS) max(VDS) 0 0.6e-3]);
grid on;

sábado, outubro 28, 2006

“como um organismo vivo” é o titulo do artigo do expresso sobre o novo livro de António Lobo Antunes Ontem não te vi em Babilónia .

Frase a frase, paragrafo a paragrafo lá vai confirmando que afinal não é assim tão estranho ter largado o que farei quando tudo arde? na página 42, Talvez porque ler Lobo Antunes, é um pouco como lançar-se numa viagem dentro de um barco numa tal noite tempestuosa podendo ver-se apenas por um buraco de fechadura lá para fora. Vai-se olhando para a costa, mas nunca se percebe realmente o que se passou. Apanham-se as imagens ás postas. Ora se estava á direita, ora se está à esquerda, ora se apanham uns segundos de lucidez, de continuidade... sempre “sol de pouca dura”.

Lembro-me de estar a ler e a pensar se o senhor teria comido uma daquelas pastilhinhas brancas que circulam por ai, ou se leu o “como tornar-se doente mental” e nisto optou por um personagem esquizofrénico que publica livros.

Ninguém pode dizer que o senhor “escreve mal” se a escrita se avaliar pela forma como soa. Aquela enxurrada de palavras mal amanhadas acaba por ter o seu quê de melodia. Se olhar para a escrita do lobo Antunes como musica consigo ler e gostar de ler Lobo Antunes. Mas a palavra escrita, narrada, distingue-se da musica porque tem um propósito (por mais ténue que seja), bom.. talvez até a musica instrumental tenha mais propósito que Lobo Antunes...

Tenho a minha fé posta em que com o tempo... Lobo Antunes será uma espécie de cadeira do século XVIII [uma coisa barroca, cheia de floreados] será um artefacto para fazer as delicias de uma elite à procura de “esquisitices”.

É pena já não haver Almada Negreiros para escrever outro Dantas sobre Lobo Antunes...

Escapa à minha capacidade para a razão um motivo de glória para Lobo Antunes.

Lobo Antunes... Pavão Antunes...

23,30 euros, 480 págs... pela D. Quixote

Arre. Haja coragem.

sexta-feira, outubro 27, 2006

Simulaçao de circuitos em linux

Podem esperar gráficos pavorosos e ter de aprender um bocadinho pequenino de spice... mas.. o software é livre, está disponivel para linux e o controlo... sempre é maior que no Orcad...

Depois e sobretudo no que me respeita... em casa não há problemas de privilegios de acesso aos ficheiros.... E se me apetecer mudar o PATH das bibliotecas? se tiver uma minha? Nao posso? tenho de levar o portatil? eek...

hail free software!!


What is gEDA?

The gEDA project is working on producing a full GPL'd suite of Electronic Design Automation tools. These tools are used for electrical circuit design, schematic capture, simulation, prototyping, and production. Currently, the gEDA project offers a mature suite of free software applications for electronics design, including schematic capture, attribute management, bill of materials (BOM) generation, netlisting into over 20 netlist formats, analog and digital simulation, and printed circuit board (PCB) layout.

http://www.geda.seul.org/
http://www.gedasymbols.org/

sexta-feira, outubro 20, 2006

delirio visual



adoro encontrar estas perolas.

Michael Nyman

O Sr Nyman, autor da banda sonora do filme "o piano" entre outras inebriantes melodias vem ao CCB dia 16 de Novembro!!!


Imperdível!

"o ultimo a comprar bilhetes é um ovo podre!"

quarta-feira, outubro 11, 2006

Watchtower

Dave Mathews band


There must be some way out of here,
Said the joker to the theif.
Theres too much confusion
I cant get nooooooo relief
Business men they,
Drink my wine.
There plowmen dig my earth.
None of them along the line
Know what any of its worth.
No reason to get excited,
The theif he kindly spoke.
There are many among us,
Who feel that life is but a joke (ha ha- ha ha)
But you and I weve been through all that,(yes we have)
And this is not our fate.
So let us not talk falsly *now*,
The hour is getting neaaarrr
And all along the watchtower,
Princes kept the view.
While all the women all the women all the women came and went
Barefoot servatnts too.
Out side in the cold distance,
A wild cat did growl la la la la la
Two riders two riders approaching,
The wind began to howwwwwllll
The theif he take
My money take
The theif he take
My money take
Am I insane
Auf wiedersehen
Am I insane
The theif is safe
No reason to get excited! (yeah!....)